sexta-feira, 1 de junho de 2007

As cores da coleta seletiva

O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA - padronizou as cores dos recipientes para coleta seletiva através da Resolução No 275 de 25 de abril de 2001. As cores são:

AZUL: papel/papelão;
VERMELHO: plástico;
VERDE: vidro;
AMARELO: metal;
PRETO: madeira;
LARANJA: resíduos perigosos;
BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde;
ROXO: resíduos radioativos;
MARROM: resíduos orgânicos;
CINZA: resíduos geral não recicláveis ou misturado, ou contaminado não passível de separação.

Até hoje, não se sabe onde e com que critério foi criado o padrão de cores dos containers utilizados para a coleta seletiva voluntária em todo o mundo. No entanto, alguns países já reconhecem esse padrão como um parâmetro oficial a ser seguido por qualquer modelo de gestão de programas de coleta seletiva.
No Brasil existe uma norma (NBR 13230) da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, que padroniza os símbolos que identificam os diversos tipos de resinas (plásticos) virgens.Os tipos são classificados por números a saber:
1 - PET
2 - PEAD
3 - PVC
4 - PEBD
5 - PP
6 - PS
7 - Outros
Mais informações: www.abnt.org.br ou SP - (11) 3016.7070 - RJ - (21) 3974.2300
O objetivo dessa separação por cores é facilitar a etapa de triagem dos resíduos que serão encaminhados à reciclagem.
Por: Alanna Sampaio

O que é Coleta Seletiva?

É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos previamente separados. Para a coleta seletiva obter sucesso, é necessário investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração. Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis como, por exemplo, fonte de renda para catadores. Por isso, a reciclagem não é importante apenas para o meio ambiente como, também, para as pessoas que vivem dela.
Por: Alanna Sampaio

Quanto lixo produzimos

A quantidade de lixo produzida diariamente por um ser humano é de aproximadamente 5 Kg. Se somarmos toda a produção mundial, os números são assustadores. Só o Brasil produz 240 000 toneladas de lixo por dia. O aumento excessivo da quantidade de lixo se deve ao aumento do poder aquisitivo e pelo perfil de consumo de uma população. Além disso, quanto mais produtos industrializados, mais lixo é produzido, como embalagens, garrafas,etc. Uma garrafa plástica ou vidro pode levar 1 milhão de anos para decompor-se. Uma lata de alumínio, de 80 a 100 anos. Em torno de 88% do lixo doméstico vai para o aterro sanitário. A fermentação produz dois produtos: o chorume e o gás metano. Menos de 3% do lixo vai para as usinas de compostagem(adubo). O lixo hospitalar, por exemplo, deve ir para os incineradores. Apenas 2% do lixo de todo o Brasil é reciclado, porque reciclar é 15 vezes mais caro do que jogar o lixo em aterros.

Todo esse material pode ser reaproveitado, transformando-se em novos produtos ou matéria prima, sem perder suas propriedades, por isso, é importante reciclar e ajuadr o planeta Terra "respirar", mesmo que custe mais caro, o resultado futuro não tem preço.

Por: Alanna Sampaio

Porque reciclar

Separando todo o lixo produzido em nossas residências, estaremos evitando a poluição e impedindo que a sucata se misture aos restos de alimentos. Além disso, estaremos poupando o meio ambiente e contribuindo para o nosso bem estar no futuro. Ou você quer ter sua água racionada, seus filhos com sede ou com problemas respiratórios?
Teremos também menos poluição do ar, da água e do solo, melhora a limpeza da cidade, pois o morador que adquire o hábito de separar o lixo, dificilmente o joga nas vias públicas e gera renda pela comercialização dos recicláveis, diminui o desperdício e principalemente, criamos uma consciência e responsabilidade com o lixo que geramos.
Por: Alanna Sampaio

curso de reciclagem

A jornalista e artesã Lara Silva, promove cursos de reciclagem com duração de duas aulas em quatro horas, para jovens com idade acima de 16 anos. O objetivo do curso é transformar os materiais cotidianos dando-lhes nova vida, ou seja, aproveitar os materiais ou substância que habitualmente são considerados como desperdício ou lixo.
Na oficina os alunos desenvolvem um trabalho lúdico com a produção de caixas embrulhos de caixas para presentes, sacos de papel, porta lápis, entre outros. Além de despertar o lado criativo de quem nele participar.
Lara Vem desenvolvendo projetos de divulgação e promoção de eventos, dedica-se na organização de feira de artesanato contemporâneo e é responsável pelo atelier de oficinas infantis.

A história da reciclagem

O vocábulo surgiu na década de 1970, quando as preocupações ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente após o primeiro choque do petróleo, quando reciclar ganhou importância estratégica. As indústrias recicladoras são também chamadas secundárias, por processarem matéria-prima de recuperação. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial.
Fabricantes de embalagens podem ser considerados responsáveis pelo destino do lixo, mas, o consumidor também tem que fazer sua parte. Por exemplo, quando uma pessoa for comprar uma pilha nova, é preciso entregar a usada.
Por: Alanna Sampaio

Quanto reciclamos

Em 1998, o Brasil atingiu o recorde nacional de reciclagem. Foram mais de 5,5 bilhões de latas recuperadas pela indústria, o que significa uma taxa de 65% sobre o total de latas de alumínios vendidas (8,5 bilhões de unidades). Os números brasileiros superam países industrializados, como Inglaterra (23%) e Itália (41%). Os Estados Unidos recuperam 66%, o que equivale a 64 bilhões de latas por ano. O Japão recicla 73%. Quanto às latas de aço, 35% das latas consumidas no Brasil são recicladas, o que equivale a cerca de 250 mil t/ano. Nos Estados Unidos, 60% das embalagens de folha de flandres retornaram à produção de aço em 1987. Se o Brasil reciclasse todas as latas de aço que consome atualmente, seria possível evitar a retirada de 900 mil toneladas de minério de ferro por ano.
Apesar de o Brasil ser considerado subdesenvolvido, podemos mostrar que somos capazes de ter consciência ambiental e ajudar o planeta reciclando lixo. Os índices podem, ainda, serem relativamente baixos, mas, se cada um fizer sua parte, em casa, na empresa ou na escola, por exemplo, já faz a diferença.
Por: Alanna Sampaio